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terça-feira, 5 de outubro de 2010

2º SEMESTRE - Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque de Psicologia I.

No segundo semestre 2007/01 – Tivemos a disciplina de – Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque de Psicologia I.

Nesta disciplina vimos a Teoria estrutural da mente – o id, o ego e o superego, que funcionam em diferentes níveis de consciência.O id é o reservatório inconsciente das vontades, as quais estão sempre ativas. O id exige satisfação imediata, sem levar em conta as conseqüências O ego cuida dos impulsos do id. Desejos inadequados não são satisfeitos, mas reprimidos. O superego serve como um sensor das funções do ego, sendo a fonte dos sentimentos de culpa e medo de punição.

Nós como professores, temos em nossa sala crianças com realidades diferentes, nenhuma criança é igual a outra. Nós devemos mostrar aos nossos alunos que nem tudo o que queremos (id) é possível fazer, temos que pensar nas conseqüências morais e sociais (superego). Só podemos realizar o que for de bem comum, onde não ultrapasse o limite do outro (ego).

Temos em nossas mãos uma grande responsabilidade, de transmitir a todos valores sadios, onde não haja prejuízo para ninguém e, também de estimular o ego de todos, sem exageros para que sintam sempre capazes, sem prejudicar nenhum colega, sem usar de falcatruas. Para que tenham uma vida sadia.

Tabela de Fases do desenvolvimento sexual de Freud

Fase oral: 0 a 2 anos – A boca é a fonte de prazer. A atitude de morder é um impulso agressivo - Se esta fase não for bem resolvida na vida adulta poderá ter; bulimia, anorexia, insegurança, ansiedade e propenso ao uso de cigarro.

Fase Anal – 2 a 4 anos - O ânus se constitui no lugar mais importante de tensões e gratificações sexuais - Se esta fase não for bem resolvida na vida adulta poderá apresentar problemas de: Irritação , agressividade, hostilidade, insegurança, ficar um sujeito pacato, sem iniciativa.

Fase Fálica 3 a 7 anos - A zona de erotização é o órgão sexual. O pênis é o principal objeto de interesse para a criança de qualquer sexo - Esta fase mal resolvida poderá ocasionar problemas de; dificuldade de relacionamento com o sexo oposto, exagero na sensualidade, complexo de inferioridade.

Fase de Latência 6 aos 11 anos - Há uma diminuição da erotização sexual, deslocamento da libido da sexualidade para atividades sociais e escolares - Esta fase mal resolvida a criança pode ter complexo de inferioridade, ser agressivo, ter medo excessivo de doenças, poderá ser agressivo.

Fase Genital a partir dos 11 anos- Na adolescência é atingida a última fase quando o objeto de erotização ou de desejo não está mais no próprio corpo, mas em um objeto externo ao indíviduo – o outro. - Esta fase mal resolvida poderemos ter adultos dependentes da família

incapazes de ter um relacionamento duradouro com dificuldades em todas as atividades e também no campo profissional, tendo problemas financeiros

Mecanismos de Defesa

Os principais Mecanismos de Defesa psicológicos descritos são: repressão, negação, racionalização, formação reativa, isolamento, projeção, regressão e sublimação. Todos estes mecanismos podem ser encontrados em indivíduos saudáveis, e sua presença excessiva é, via de regra, indicação de possíveis sintomas neuróticos ou, em alguns casos extremos, o excesso indicaria até sintomas psicóticos.

Com estes conteúdos podemos conhecer melhor o desenvolvimento dos nossos alunos, nossos filhos e avaliar melhor as nossas atitudes., como professoras e mães. Conhecendo a estrutura mental o desenvolvimento sexual de Freud e os mecanismos de defesa, temos conhecimento, sabendo o porquê de muitas atitudes de muitas pessoas.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Conclusão do projeto Temático


CONVIVÊNCIA NA VELHICE AVANÇADA (+ DE 60 ANOS) - ATIVA E INATIVA

De acordo com o nosso Projeto de Psicologia “ A melhor idade”, podemos concluir que esse grupo de pessoas cresce a cada dia; constata-se que há mais idosos que crianças. A sociedade ainda está adaptando-se a essa nova realidade. Famílias têm dificuldade de conviver com idosos. Inclusive ao longo da vida as pessoas não se preparam para chegar realmente saudáveis e em condições financeiras para viver com tranqüilidade essa fase da vida. Através dos trabalhos realizados verificamos que alguns idosos vivem com suas famílias, mas destacamos a realidade dos idosos que vivem em asilos. Comparando visitas nos deparamos com duas situações diferenciadas, um asilo com boas condições, com poucas pessoas, onde todas as pessoas têm recursos financeiros, são atendidos até por terapeuta e outro onde há 16 pessoas sem recursos financeiros, com várias limitações. O Estatuto do Idoso rege várias normas que referem-se a sua vida, a sua moradia, a alimentação, ao transporte, a saúde até o direito a educação, cultura, esporte e lazer. O direito da assistência social prevê que o idoso que não tem condições de sobrevivência deve receber um salário mínimo. Muitas leis ficam só no papel, algumas pessoas cumprem a lei por obrigação, outras por respeito e bom senso. Precisamos conquistar uma sociedade que valorize o idoso, que aprendamos a nos tornar idosos, nos preparar para essa linda fase da vida. Hoje alguns idosos escolhem viver em asilos, o que conforme diz Simone Pedraza, nutricionista, tem seu lado positivo o asilo deve ser adequado as limitações fisiológicas e a diminuição da percepção dos sentidos, mas a importância da família, de uma amizade é muito importante pois às vezes só necessitam de alguém para conversar. Alguns idosos chegam a essa fase da vida com independência, com alegria de viver, acreditamos que tudo isso depende de como sempre levamos a vida, lutando, sabendo de nossos limites, encarando as dificuldades como mais um desafio a superar, cuidando de nosso corpo com boa alimentação, conservando amizades. Enfim, o grupo ressalta a aprendizagem construída neste projeto e valoriza a observação, o contato com pessoas da “melhor idade”. O trabalho nos fez analisar a realidade de outra forma, com o olhar da pesquisa. Com certeza repensaremos nossas atitudes visando sempre uma melhor qualidade de vida para os que já se encontram nos “anos 60” e também plantaremos mais em nossas próprias vidas com o intuito de que no futuro a colheita seja boa.

Palestra Velhice Avançada



No dia 30/10/2008, tivemos aula presencial de Psicologia da Vida Adulta, com uma palestra com Simone Pedraza, nutricionista, que trabalha com a terceira idade.
Foram bastante interessantes as colocações da palestrante referente ao tema velhice avançada que alguns grupos estão trabalhando nos Projetos Temáticos.
A maioria das colocações da palestrante fecha com o que o nosso grupo vem pesquisando por exemplo:
• Em pensionatos, asilos e no restante da população a presença feminina é muito maior que a masculino, sendo que isso se atribui ao fato da longevidade feminina ser bem maior.
• Existe uma carência afetiva muito grande, onde os idosos precisam, às vezes, somente de alguém que os escute e muitas vezes se apaixonam por esta pessoa que lhe dá uma pequena ajuda.
• Há diferenças de motivação pela vida, de uns para outros idosos, sendo que isso depende da história de vida de cada um, de como se age frente a determinadas situações.
• Nas moradias ( residenciais, asilos) muitos idosos conseguem ter uma vida melhor do que se estivessem em casa, pois em casa existem os perigos das quedas, que provocam quebraduras, da má alimentação( alimentam-se fora de hora e a base de pão, biscoitos e café com leite), de tomarem medicação errada, de deixarem o fogão a gás ligado. Também se cria vínculos de amizades com momentos de trocas e integração (como dança, natação, escuta de músicas, cursos, troca de experiências, etc.)
• Com o avanço da idade ocorrem muitas limitações fisiológicas como a diminuição da percepção dos sentidos (visão, paladar, audição e olfato). Com a idade muda o paladar, há uma diminuição da saliva, os alimentos não têm mais sabor. Os idosos ingerem muito menos líquidos.
• Os idosos precisam ser estimulados muito mais todas as suas percepções, pois alguns desencadeiam tendências a comer, outros para as paixões e ainda outros. para reclamar de tudo.
Precisamos pensar o que nós estamos cultivando para a velhice, isto é, se chegarmos até lá. Existe uma tendência grande de nós, seres humanos, não nos preocuparmos com o futuro e, quando menos esperamos ele chega e então teremos a nossa colheita

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Aprendizagem na Vida Adulta


Perante a lei uma pessoa é adulta quando atinge sua maioridade, isto é, aos 18 anos torna-se responsável pelos seus atos. Isto não quer dizer que esteja plenamente desenvolvido, emocionalmente e intelectualmente.
Segundo Maturana " A educação é um processo em que a criança ou o adulto convive com o outro e, ao conviver com o outro, se transforma espontâneamente, de maneira que seu modo de viver se faz progresssivamente mais congruente com o do outro".(Maturana,2001.p.29)
A aprendizagem , seja da criança, do adolescente, ou do adulto, é um processo que se dá no interior de cada indivíduo. A idade nada tem a ver. Para que haja aprendizagem deve haver convivência, um com o outro, isto independe se é criança adolescente ou adulto. Somos o resultado de nossas permanentes transformações e trocas.
O educador precisa se conscientizar e respeitar as diferentes verdades existentes no seu aluno. Tentando compreender as dificuldades a fim de suprir suas necessidades a qual deseja saber. Dando oportunidade de busca, de descobertas e o desejo pelo qual o jovem e o adulto possam interagir em seus interesses e conseqüentemente chegar a aprendizagem. O professor precisa ser eficiente, devendo demonstrar a importância de cada assunto trabalhado, deve transmitir o entusiasmo pelo aprendizado, mostrar que aquele conhecimento fará diferença na vida do aluno. O professor deve se colocar no lugar do aluno, para entender o raciocínio do mesmo, nem sempre é fácil, pois muitas vezes os professores são egocêntricos, não entendem diferentes pontos de vistas.
O adulto quando vai a uma escola, ele vai porque tem necessidade. Ele traz uma bagagem de conhecimentos e são através deles, que o professor poderá trabalhar a forma mais adequada de ensino aprendizagem. O adulto quer aprender aquilo que lhe interessar para fazer uso na sociedade. O aprendizado adulto é um processo participatório contínuo, que se inicia com um indivíduo e uma experiência.
É importante que o educador esteja bem motivado para despertar no educando o desejo de aprender, seja ele, criança, adolescente ou adulto, para que consiga avançar seu nível de aprendizagem. É preciso acreditar nas potencialidades de cada aluno, pois em uma sala de aula acontece as transferências, para o aluno o professor detém o saber, ele acredita, sente, e pode haver um grande crescimento, ou atraso conforme as motivações que lhes são passadas.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

TRANSFORMAÇÕES NA CONVIVÊNCIA SEGUNDO MATURANA







Maturana é um autor que estou lendo pela primeira vez. A sua teoria tem diferenças da teoria de Erikson. O autor Erikson estuda as fases do ser humano, dando detalhes de cada uma. Diz que devemos passar bem todas as fases para não termos problemas na seguinte. O autor Maturana prega: "Amar e conhecer. Sustenta que a linguagem se fundamenta nas emoções e é a base para a convivência humana". Isso me lembrou as Teorias Cristãs: "Devo amar ao próximo como a mim mesmo".
Devemos aceitar o outro com suas diferenças e igualdades. O que guia o fluxo do viver individual são as emoções, somos responsáveis por tudo o que fazemos, não há destino. Nós devemos construir a nossa caminhada, somo autônomos e auto-produtores. Maturana nos coloca que há redes de relação que se dão pelo medo ou pelo afeto, tudo depende do linguajar e do emocionar. Cada vez que vamos falar com alguém devemos cuidar com o nosso linguajar. Ele diz:" o emocionar define a ação e também há transforma". Por isso nós como pessoas adultas, rodeadas de crianças, amigos, colegas, familiares, devemos pensar que rede queremos construir: do medo ou do afeto? Se conseguirmos construir com todos que nos rodeiam, uma rede de afeto, com certeza nossos objetivos serão mais rápidos alcançados. Maturana e Francisco Varela afirmam a importância de nossos atos no mundo e na construção do mundo.
Por causa das emoções os efeitos de uma experiência vivida não são previsíveis. Maturana diz:"(...) a realidade que vivemos depende do caminho explicativo que adotamos, e este depende do domínio emocional no qual nos encontramos no momento da explicação".Nossa vida é feita de emoções, nossa caminhada depende do que já passamos e do que queremos passar. Devemos cuidar de nossos, alunos, amigos, de todos que estão presentes em nossas vidas com grandes emoções, devemos cuidar de nosso linguajar, para que o emicionar seja sempre positivo.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

As oito fases de Erik Erikson


Em 15 de junho de 1902 nascia na cidade de Frankfurt, na Alemanha, Erik Homburger Erikson.E faleceu aos 92 anos nos Estados Unidos. Ele foi o responsável pela Teoria do Desenvolvimento Psicossocial. De acordo com sua teoria, o desenvolvimento se dá por fases - não é fruto do acaso - relacionado ao meio que rodeia o indivíduo, e sua interação com o mesmo.
1- Confiança x Desconfiança (até um ano de idade)
O primeiro estágio ocorre a partir do nascimento e se estende ao longo do primeiro ano de vida da criança. A criança está completamente ligada à mãe, estabelecendo com ela sentimento de confiança e desconfiança. Da mãe a criança espera a satisfação de suas necessidaddes. Quando a mãe falta a criança esperimenta o sentimento de esperança, ela começa a esperar que a mãe volte, se isso acontece com freqüência há o desfecho positivo, a confiança é desenvolvida. Do contrário se a mãe não retorna ou demora muito. É o desfecho negativo, o que se desenvolve é a desconfiança.

2- Autonomia X Vergonha e Dúvida ( segundo e terceiro ano)
O segundo estágio trás para a criança as normas de uma sociedade, e ela começa a perceber que algumas atitudes são aprovadas e outras sensuradas. É neste momento que os pais surgem para ajudar a limitar essa exploração. Os pais fazem uso da vergonha e do encorajamento para dar nível certo de autonomia à criança enquanto aprendem as regras sociais. Neste estágio, o principal cuidado que os pais tem que tomar é dar o grau certo de autonomia à criança. Se exigir demais ela verá que não consegue dar conta, e sua auto-estima vai baixar. Se é pouco exigida ela tem a sensação de abandono e de dúvida sobre suas capacidades.

3- Iniciativa X Culpa (quarto e quinto ano)
No terceiro estágio espera-se da criança uma interiorização do que é pertimito e negado a ela fazer. A criança tem a possibilidade de desenvolver mais iniciativa e experimentar menos culpa por seus impulsos. É neste período que as crianças ampliam seus contatos, fazem mais amigos, aprendem a ler e a escrever, fruto da energia proviniente da iniciativa. Os pais devem dar tarefas ao filho condizentes ao seu nível motor e intelectual. Durante este período a criança passa a perceber as diferenças sexuais. Se a sua curiosidade "sexual" e intelectual, natural, for reprimida e castigada poderá desenvolver sentimento de culpa e diminuir sua iniciativa de explorar novas situações ou de buscar novos conhecimentos.
4- Construtividade X Inferioridade (dos 6 aos 11 anos)
Neste estágio no qual o corre junto à entrada na escola, mas antes da adolescência, a criança percebe que pode, ao interagir com o meio, produzir algo. Obviamente, sentir-se-á capaz com mais probabilidade do que nos estágios anteriores. Nos estágios anteriores experimentou confiança (em relação à mãe), autonomia (em seu meio) e iniciativa ( no momento de decidir). É cahmado de estágio da indústria ( por ser capaz de produzir algo) e da inferioridade. Sentimentos de inferioridade poderão bloquear a criatividade desta criança, bloqueando sua capacidade de indústria. Surge o interessse pelas profissões e a criança começa a imitar papéis numa perspectiva imatura, mas em evolução de futuro. Por isso, pais e professores devem estimular a representação social da criança a fim de valorizar e enriquecer sua personalidade, além de facilitar suas relações sociais.
5- Identidade X Confusão de Papéis (dos 12 aos 18 anos)
É o estágio que marca a adolescência. Um estágio de formação e confusão de sua identidade. A confusão de identidade pode ocorrer quando as próprias expectativas, as de seus pais e de seus pares entram em conflito. O adolescente se influencia facilmente pelas opiniões alheias, isso faz com que ele assuma posições variadas em intervalos de tempo muito curtos. este estágio pode fazer o ego regredir como forma de fuga ao enfrentamento desta crise. Lealdade e fidelidade consigo mesmo são características do desfecho positivo desta etapa. estes sentimentos sinalizam a estabilização de seus propósitos e para o senso de identidade contínua.
6- Intimidade X Isolamento ( jovem adulto)
O sexto estágio ocorre, de forma aproximada, entre os 20 e os 30 anos. Nesse estágio o interesse além de profissional, também é em torno da construção de relações profundas e duradouras, podendo vivenciar momentos de grande intimidade e entrega afetiva. Caso ocorra uma decepção a tendência será o isolamento. O isolamento pode ocorrer por períodos curtos ou longos. No caso de um período curto, não podemos considerar negativo, já que o ego precisa desses momentos para evoluir. Mas quando o isolamento é longo e duradouro o desfecho dessa crise está sendo negativo.

7- Produtividade X Estagnação (meia idade)
O sétimo estágio caracteriza-se em um indivíduo quando ele passa a desejar orientar as pessoas a seu redor e a preocupar-se com o meio, além de seus semelhantes. É o estágio da afirmação pessoal, sendo o contrário a estagnação.Quando a pessoa olha para a sua vida e vê tudo o que produziu, sente a necessidade de ensinar tudo o que sabe e tudo o que viveu e aprendeu, com outras pessoas. Se existe a oportunidade deste compartilhamento, o indivíduo sente que deixou algo de si nos outros e o desfecho é positivo. Por outro lado, o não compartilhamento de suas "gerações" com os outros gera estagnação, o que pode ser considerado um desfecho negativo.

8- Integridade X Desesperança (velhice)
O oitavo estágio surpreende o indivíduo pensando acerca de seu passado, sentindo-se "em paz" com o que pode fazer, íntegro em seu momento presente. Da mesma forma, este estágio também desperta em indivíduos sentimentos de fracasso, como se a vida não valesse o esforço.É a culminância. E dá duas possibilidades 1- desfecho positivo - o indivíduo procura estruturar o seu tempo e se utilizar das experiências vividas em prol de viver bem seus últimos anos de vida; ou 2- desfecho negativo - estagnar diante do terrível fim, um sentimento de tempo perdido e a impossibilidade de começar de novo trará tristeza e desesperança.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

SER ADULTO





Ser adulto é realmente algo complicado, não depende da idade que temos, depende de nossos atos. Por isso tem gente nova que é adulta e tem muita gente "velha" que ainda não é adulta. Ser adulto é ter maturidade. Acredito que a maturidade chega mais cedo para as pessoas que enfrentam dificuldades, que precisam muito cedo resolver problemas sérios. Por exemplo as crianças que perderam suas mães muitas vezes precisam tomar decisões sozinhas, isto faz com elas adquiram uma certa maturidade. Um adulto deve ter responsabilidade pelos seus atos, deve ter autonomia, controle emocional, humildade, saber entender o problema alheio, saber ser gentil, "dar um jeitinho" sadio quando for preciso.Ter ética pessoal e profissional. Nós como adultos devemos dar exemplos aos nossos filhos, orientá-los. Devemos aprender com os adultos mais velhos.
Para que nossos filhos se tornem adultos responsáveis e autônomos não devemos resolver todos os seus problemas, fazer tudo para eles. Como muitos pais fazem pensando que estão ajudando. Acredito que estão apenas retardando o crescimento de seus filhos. Impedindo-os de terem maturidade. Como adultos temos a responsabilidade de fazer a diferença.