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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Currículo Integrado

No texto : “As Origens da Modalidade de Currículo Integrado”, mostrou como a escola acompanhou a tendência da evolução das necessidades do mercado econômico. Na filosofia Fordista e Taylorista acentuavam a fragmentação das atividades, divisão social e técnica do trabalho onde cada trabalhador era sabedor e comprometido com apenas um tipo de atividade sem se preocupar com o todo, mas na década de 80 o modelo Taylorista e Fordista começam a apresentar sinais de esgotamento, havendo assim uma reorganização de trabalhos centrados em grupos que demonstrem cooperação e compromisso em aumentar a produtividade e qualidade do produto da empresa. Nas escolas começa a aparecer as idéias como ensino globalizado, interdisciplinaridade, para se fazer um trabalho mais integrado, onde os professores falem para o aluno a mesma língua ao mesmo tempo, sem ficar muito dividido os conteúdos a serem trabalhados. Mas o que noto ainda nas escolas, é que o currículo, onde há geralmente dois ou três professores, conseguem fazer um trabalho mais integrado, mas na área de 5ª a 8ª é muito complicado juntar os professores para fazerem um mesmo projeto. Sei que há muitos TCC falando da importância desta interdisciplinaridade. Mas para que esta transformação aconteça deve-se desfazer de discurso e demagogia, de apenas frase feitas. As instituições escolares devem ter profissionais com muitas capacidades, conhecimentos , habilidades e dispostos a este grande desafio, pois um trabalho integrado é uma desacomodação.

BIBLIOGRAFIA

SANTOMÉ, Jurjo Torres. As origens da modalidade de currículo integrado. In:______. Globalização e interdisciplinaridade: o currículo integrado. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998, p.9-23.)

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

COMÊNIO


COMÊNIO
Fico me perguntando: Como nunca ouvi falar em Comênio? Só agora numa graduação ouvi falar nele, alguém que desde o século XVII preocupava-se com a “arte de ensinar”.E ainda é uma preocupação. Por que passou-se por tantos caminhos de pedagogia tradicional se no século XVII já havia alguém dizendo que temos que motivar os alunos, preocupar-nos com a experiência de cada um, se utilizar de brincadeiras,não sobrecarregar as aulas, manter um bom relacionamento com todos. Tirando o aluno da passividade, observando e fazendo experiências para adquirir conhecimentos. Tudo isto ainda são falas em reuniões pedagógicas!!! Como é difícil mudar!!!!

PLANEJAMENTO


Após a leitura do texto: Planejamento em busca de caminhos, de Maria Bernadete Castro Rodrigues, pude perceber o quanto já foi mudado os planejamentos de aula. Já fiz muita coisa que está descrita no texto: planos de unidades, planos de estudos, sondagem. Neste meus anos de docência, já escutei sobre muitas maneiras de planejar, no início o plano deveria ser completo sem perspectiva de mudanças, depois lembro-me que não deveria ter um plano pronto, apenas uns tópicos, pois ao alunos é quem decidiriam o que fazer, agora temos o meio termo, devemos ter um plano, mas este pode ser mudado se for necessário. Acredito que este é o mais correto, pois não sabemos exatamente o que acontecerá na aula, se haverá algo mais interessante do que planejamos. Mas devemos planejar para ficar organizado e registrado os objetivos que queremos alcançar com a nossa turma.


segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Reflexão sobre o texto: "O Menininho"


REFLEXÃO SOBRE O TEXTO:

“O MENININHO”

Helen Buckley

Já conhecia este texto e sempre achei muito triste, uma professora limitar a criatividade do seu aluno. Sempre me pergunto será que existe professoras assim? Que não deixam seus alunos mostrarem o seu potencial criativo, ou será que confundem com preguiça? Talvez cansada de ver o aluno dizer que não sabe fazer nada mostra um trabalho para que ele faça apenas uma reprodução. Sem saber que assim está cortando a sua autonomia de criar.

Quando era pequena lembro-me que a professora colocava no mural só os melhores trabalhos, os melhores textos. Só não consigo lembrar-me se os meus trabalhos eram expostos ou não.

Quando iniciei no magistério também fazia isto, escolhia os melhores e colocava no mural. Mas com o tempo fui me dando conta que não deveria ser assim. Hoje peço que todos caprichem, pois os trabalhos serão expostos. Todos gostam de ver o seu trabalho exposto.

Quando deixamos de expor um trabalho de um aluno, podemos deixar marcas com esta atitude, pode ser que este aluno nunca mais queira desenhar ou escrever, achando que o seu trabalho não é bom.

Devemos realmente pensar e nos preocupar que marcas estamos deixando em nossos alunos, talvez sem querer. Boas ou ruins!

Se as marcas forem ruins, podemos ter bloqueado algumas mentes brilhantes, bloqueado a criatividade de um grande artista, e para resgatar a auto estima de alguém muitas vezes não é muito fácil, se a pessoa já tem propensão para depressão fica quase impossível.